sábado, 7 de novembro de 2009

O Benefício da dúvida



Uau, blog abandonado temporariamente, hehe. Que nada! Final de ano chegando e minha vida tá uma loucura, inúmeros trabalhos, coisas pra ler, e novos projetos surgindo...
Tenho tantas coisas pra postar aqui, mas ainda não consegui parar pra aperfeitçoa-las, enfim, não sinto que estejam totalmente prontas.

Atualmente, eu estou mais focada num novo projeto de trabalho, o Dicazine. É um site de dicas sobre quase tudo na internet que facilitem a busca das pessoas.
Quem puder estar divulgando, nós agredecemos. www.dicazine.com.br
Quem tiver interesse de se juntar a equipe como um dos editores, dê uma boa sacada no site e em seguida deixe um comentário aqui com seu e-mail, que assim que der eu entro em contato! ^^

Pra encerrar, quero deixar um pequeno trecho que um discurso que eu vi esses diias e me chamou bastante atenção.

"...Podemos encontrar o bom em qualquer um se você der uma chance a ele. O benefício da dúvida. As vezes, as pessoas te desapontam. As vezes te surpreendem. Mas você nunca conhece ele tão bem até ouvir seu coração."
(Lucas Scott)

Parar de olhar as coisas que acontecem ao nosso redor e se focar no nosso alvo é sempre um desafio, enfrentar os nossos medos é um desafio, esquecer tudo aquilo que nos magoa e nos faz chorar é um desafio. A vida é cheia deles, desafios. Por que não enfrentá-los?

Se tem uma coisa que eu aprendi, é que eu sou forte, e minha força vem de alguém bem maior que tudo isso!

Ainda que todos te desapotem um dia, você ainda poderá olhar pra dentro do corações deles e ver o que há de melhor, e no fim das contas, é o que importa.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um baita suspiro.

Ultimamente tenho estado à flor da pele. Por quê? Não sei! É um emaranhado de emoções, sensações que muitas vezes eu nem consigo decifrar. Uma, tem se mantido constante e irritante, o medo.

Mas não é um medo qualquer, não é como ter medo de cobra, barata ou galinha! Sim, eu morro de medo de galinha. Mas não é esse tipo de medo. É tipo insegurança/receio/apreensão. Se for possível sentir tudo de uma vez, então eu digo: é como me sinto.

Uma preocupação excessivamente incontrolável.
Estou cansada de me preocupar, de saber que não posso controlar tudo, de não conseguir simplesmente descansar, de esperar.

O que gera um medo ainda mais exaustivo, o de não conseguir me compreender, de não ser capaz de me fazer compreender. Do futuro, incontrolável futuro. Do que não está em minhas mãos, do que eu posso mudar e do que eu não posso. De não arriscar e do que pode acontecer, se eu arriscar. Da mesmice. Da rotina. Da mudança.

Tenho medo de me prender a essas preocupações, de não superar esses medos, de não viver com intensidade.

Durma medomeu!

domingo, 4 de outubro de 2009

Saudosismo.




A maioria das pessoas associa Saudade à ausência. Sentir falta de ‘...’.
Eu, no entanto, me recuso a aceitar que algo tão intenso seja definido de forma limitada, concisa e falha.
Em geral, o sentimento se expõe com o revigorar de lembranças, momentos de outrora.
Um atenuar de contentamentos, quando queremos e não podemos viver o já vivido. Quando a dor e a nostalgia tomam conta e a falta é o que menos interessa, tudo o que a alma quer é acalentar a chama daquele momento passado.
É isso, saudade é a lembrança que alimenta a alma, que acaricia o ego e depois da um tapa, que te acorda e lembra que tudo é só uma ilusão.
O passado passou e o que ficou são as sobras de recordações falhas e incompletas... mas aí já era, nesse momento já estou perdida nela, na lembrança, já me agarrei a memória. E a essa altura, meu coração já tornou-se tal qual um comboio de corda dificilmente desatado, que sabe o que quer, mas não consegue falar-vos. Numa explosão de sensações que não se limita a falta. Que me alcança de repente e me deixa tonta, como bailarina atordoada que errou a dança.
E me faz ver que saudade é mais contraditório do que qualquer outro sentimento:
É um ter/não ter e querer mais, tudo ao mesmo tempo!
Um lembrar e querer esquecer. Tristeza e felicidade. Dor nostálgica que me mata ou impulsiona, constante, quase como uma essência.

Êê, saudade. :)

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